Frágeis, do lar e consumistas. A visão
global sobre as mulheres é essa. Mesmo com a evolução de tantos aspectos, ainda
assim há desrespeito dos direitos iguais das mulheres. Relacionando os
assuntos, há alguns dias minha filha de três anos, apareceu com uma informação
da qual eu nem imaginava que era possível pensar. "Mamãe azul é de menino,
rosa é de menina". Foi o que ela disse. Investiguei e as práticas da
creche onde ela passa o dia, não ensinam isso. Pelo contrário, ensinam a
igualdade. Até mesmo que meninos também podem brincar de boneca se
quiserem.
Isso já é uma grande mudança.
Pois eu mesma aprendi na escola primária essas diferenças de gênero. A imagem
da mulher foi construída de tal forma, que eu mesma já vi mulheres que se
aproveitam dessa imagem de fragilidade para seu benefício próprio.
Ainda não foi de forma
igualitária que as mulheres passaram a entender o seu papel na sociedade sem se
submeter a ninguém.
Por trás das várias campanhas
publicitárias de roupas, sapatos, e principalmente cerveja traduzem um papel
generalista e machista da mulher. De forma geral, mais principalmente no
Brasil, a imagem da mulher como objeto e somente corpo permuta nas rodas de
conversa.
O que precisa acontecer é, as
mulheres principalmente, se tornarem ciente da sua capacidade e da sua função
como pessoa e não participante de um grupo diferenciado pelo gênero a qual
pertence. Assim como revolução na visão da sociedade, também deve haver mudança
na forma de ver das próprias mulheres. Pois somente assim poderão entender e
lutar para que seus direitos sejam garantidos.

Seu texto leva a uma reflexão sobre a educação na infância. É lá que inicia, efetivamente, uma preparação para o entendimento sobre a igualdade e diversidade, o respeito para com todos, seja homem ou mulher. Se todos compreendessem isto, não haveria tantos problemas em relação à violação do direito das mulheres.
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